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Pai Tikão Avisou...
17/05/2007 "Eu quero que o mundo termine em barranco..."
Parece que essa é que é a tônica das nossas autoridades em relação aos deslizamentos de terra, uma vez que desde as tragédias do começo do ano muito pouco além do mínimo necessário foi feito para contenção das barreiras para manternos seguros diante desse problema. Aliás, obra de contenção mesmo até agora que eu vi foi só o muro que o Janilson fez na casa dele, ampliando, inclusive, a área lá atrás. Temos que inalgurar aquilo com uma roda de viola, caramba!
Escrito por Tikão às 08h21 [ (0) Comente] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Ps.2: A roda de Viola na casa de Janilson até hoje não aconteceu... 
Escrito por Tikão às 00h26
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Hoje é dia de Santos Reis!

A Festa do Santo Reis
Tim Maia
compositor: Márcio Leonardo
Hoje é o dia de Santo Reis Anda meio esquecido Mas é o dia da festa De Santo Reis Hoje é o dia de Santo Reis Anda meio esquisito Mas é o dia da festa De Santo Reis...
Eles chegam tocando Sanfona e violão Os pandeiros de fita Carregam sempre na mão Eles vão levando Levando o que pode Se deixar com eles Eles levam até os bodes...
É os bodes da gente É os bodes, mééé É os bodes da gente É os bodes, mééé...
Hoje é o dia de Santo Reis Hoje é o dia de Santo Reis Hoje é o dia, hié! hié! De Santo Reis Hoje é o dia de Santo Reis É o dia da festa, hié! hié!..(3x)
Escrito por Tikão às 15h10
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O Povo - Eça de Queirós
O Povo
Eça de Queirós
Há no mundo uma raça de homens com instintos sagrados e luminosos, com divinas bondades do coração, com uma inteligência serena e lúcida, com dedicações profundas, cheias de amor pelo trabalho e de adoração pelo bem, que sofrem, que se lamentam em vão.
Estes homens, são o Povo.
Estes homens estão sob o peso de calor e de sol, transidos pelas chuvas, ruídos de frio, descalços, mal nutridos; lavram a terra, revolvem-na, gastam a sua vida, a sua força, para criar o pão, o alimento de todos.
Estes são o Povo, e são os que nos alimentam.
Estes homens vivem nas fábricas, pálidos, doentes, sem família, sem doces noites, sem um olhar amigo que os console, sem ter o repouso do corpo e a expansão da alma, e fabricam o linho, o pano, a seda, os estofos.
Estes homens são o Povo, e são os que nos vestem. Estes homens vivem debaixo das minas, sem o sol e as doçuras consoladoras da Natureza, respiram mal, comendo pouco, sempre na véspera da morte, rotos, sujos, curvados, e extraem o metal, o minério, o cobre, o ferro, e toda a matéria das indústrias.
Estes homens são o Povo, e são os que nos enriquecem. Estes homens, nos tempos de lutas e de crises, tomam as velhas armas da Pátria, e vão, dormindo mal, com marchas terríveis, à neve, à chuva, ao frio, nos calores pesados, combater e morrer longe dos filhos e das mães, sem ventura, esquecidos, para que nos conservemos o nosso descanso opulento.
Estes homens são o Povo, e são os que nos defendem. Estes homens formam equipagens dos navios, são lenhadores, guardadores de gado, servos mal retribuídos e desprezados. Estes homens, são os que nos servem.
E o mundo oficial, opulento, soberano, o que faz a estes homens que o vestem, que o alimentam, que o enriquecem, que o defendem, que o servem?
Primeiro, despreza-os, não pensa neles, não vela por eles, trata-os como se tratam os bois; deixa-lhes apenas uma pequena porção dos seus trabalhos dolorosos; não lhes melhora a sorte, cerca-os de obstáculos e de dificuldades; forma-lhes em redor uma servidão que os prende a uma miséria que os esmaga; não lhes dá proteção; e, terrível coisa, não os instrui: deixa-lhes morrer a alma.
É por isso que os que têm coração e alma, e amam a justiça, devem lutar e combater pelo Povo.
E ainda que não sejam escutados têm na amizade dele uma consolação suprema.
Escrito por Tikão às 03h59
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Por que chegamos a isso?
Globalização, políticas neoliberais, segurança global, estas são realidades que estão acentuando a exclusão, em suas diferentes formas e manifestações. No entanto, não afetam igualmente a todos os grupos sociais e culturais nem a todos os paises e, dentro de cada país, às diferentes regiões e pessoas. São considerados “diferentes” aqueles que por suas características sociais e/ou étnicas, por serem “portadores de necessidades especiais”, por não se adequarem a uma sociedade cada vez mais competitiva e pela lógica de mercado, “os perdedores”, “os descartáveis”, que vêm cada dia negado o seu “direito a ter direitos”.
- Hanna Arendt.
Olhando para o passado - como exercício de reflexão e obrigação de meu oficio - é fatídico perceber que a crença otimista dos positivistas do século XIX de um mundo futuro como um lugar melhor graças aos avanços da ciência, dissolve-se numa realidade que caminha a passos largos à barbárie. O homem no ápice da sua inteligência, ou pelo menos bem perto disso, optou pelo torpe caminho do egoísmo em detrimento do bem estar seu e de seus pares, chegando a ponto de privar nações e etnias inteiras da dignidade que nos faz seres humanos.
Mas isso tudo já há tempos está explicado e, inclusive, as alternativas a estrutura social vigente já foram apontadas. No entanto o que mais me choca dentro deste estado de coisas é a conivência dos que estão imersos nessa estrutura, bem como o sádico prazer de boa parte dos desapropriados desenvolvido ao longo do tempo em compactuar com estas imposições.
Embora achatados e massacrados pela máquina desenfreada da ganância dos que violam os direitos mais básicos da nossa condição humana, muitos se deixam levar por motivações que, embora acreditem ser naturais, (eu quero entender como o contrário), não é difícil notar para todos nós que a exacerbação destas tendências levaria à destruição da espécie.
Os primeiros hominídeos, os grupos humanos mais próximos dos instintos entre os povos que habitaram a terra a milhares de anos, embora se sentissem impelidos a atacar os bandos inimigos, em última estância o estavam para defender os seus, ou seja, a solidariedade estava por trás daquela violência, não que isso a justifique, mas a explica em boa parte.
Assim, se no nosso tempo porventura os ataques fossem desferidos aos verdadeiros algozes da nossa sociedade isso seria inteligível, (o que não significa que seria aceitável, longe disso!), mas o que se nota é a autodestruição dos “bandos pelos próprios bandos”, sendo o egoísmo a regra entre os que se encontram na mesma condição. Este canibalismo classista é para mim um processo inexplicável. Foge as regras sociais mesmo entre os animais. O que me leva a crer que nem bichos nós somos!
Por que chegamos a isso? Eu não sei responder. E talvez nem queira saber, pois o que está por trás deste fenômeno me parece tão asqueroso que prefiro minhas mentiras humanísticas e utópicas.
Escrito por Tikão às 13h42
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E depois do pan...
http://pan.uol.com.br/pan/2007/ultnot/2007/07/30/ult4343u1243.jhtm
Classificação: 
E ainda acham que seremos uma potência olímpica...
Categoria: Link
Escrito por Tikão às 12h02
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Religião e crise social
Temos, de fato, presenciado um aumento nas tentativas religiosas de explicação para os acontecimentos nos dias de hoje. Não só os fenômenos sociais, como, por exemplo, desemprego, violência, sexualidade, e conflitos étnicos e culturais, como também para outras tantas coisas, principalmente por parte da mídia, que pretende inserir o contexto religioso em assuntos e debates onde a priori estes deveriam ser vistos por um outro paradigma. A religiosidade no meio de divulgação científica leiga é um exemplo, como notado pelas capas da revista Superinteressante. Há uma tendência das pessoas a se apegarem a causações religiosas para compreender o mundo presente, e talvez dessa forma aceitar? se conformar? suportar? esses dias de crise social. Entretanto esse é justamente um fenômeno recorrente na história. As pessoas tendem a buscar conforto religioso em épocas de grave crise social. Não só a religião, mas a busca incessante pelo prazer individual imediato também é característico desse recorte social.
Aliado a isso temos a pós-modernidade, essa visão onde a identidade se faz nas diferenças, e que termina por desconfigurar, e até mesmo, ignorar os fatores históricos de constituição da identidade, baseando-as apenas em diferenças superficiais. Essa identidade pela diferença nos leva a conceber um mundo onde as causas primárias dos acontecimentos são negligenciadas, e a partir daí podemos mesclar temas tão diferentes e opostos, ideologicamente inclusive, que a profundidade real destes fica obscura, e sendo assim, sua compreensão nos escapa, escapando também a possibilidade de resolvê-lo. Inclino-me a dizer que essa é uma ótima oportunidade de dominação. Porém também posso deixar meu maniqueísmo de lado, e conceber tudo isso como um condicionante histórico inconsciente. Não obstante, a partir do momento onde tais formulações sejam possíveis, escapá-las depende igualmente de nossa visão de mundo. Assim, retornamos para aquela que já foi a principal arma da última guerra mundial, a propaganda. Não digo comerciais, mas a propaganda como um todo, aquilo que é propagado. Para os sociólogos, os meios informais de socialização. A propaganda atual em nossa sociedade cheira a pós-modernidade. E pessoalmente eu digo que há algo de podre na pós-modernidade. Estamos cercados por informações difusas e incongruentes. Sem recheio por assim dizer. Sem embasamentos teóricos concisos e sólidos. Isso é percebido por nós como entidades estanques, independentes, e as agrupamos pelas suas diferenças, não percebendo as reais bases e causas delas. Facilmente assim somos enganados. Em momentos de prosperidade poderíamos dispor de esforços para burlar o óbvio grotesco e nos aprofundar nas verdades. Porém, como foi dito, é típico dos momentos de crise assimilar o óbvio, e a verdade se obscurecer (a não ser se ela for o óbvio). Necessitamos, na crise, da verdade como óbvio, e não de meias palavras. E a religião, a despeito de toda consideração moral que por ventura possa advir dela, sempre foi o meio mais fácil de atenuar o sofrimento do ser humano. A retomada da religião nos dias de hoje é um reflexo da nossa sociedade em crise. E a penetração dessa religiosidade em outros âmbitos é um reflexo da fragmentação do saber provocado pela pós-modernidade
Por Thiago de Paula
Escrito por Tikão às 11h44
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Tombar SIM, Derrubar, NÃO!
Pessoal, vamos salvar o Solar dos Ventura, envie uma mensagem ao Prefeito Guga, pedindo para que o mesmo tombe ao menos provisoriamente o casarão, assim teremos mais três meses de luta. O link é esse: http://www.cantagalo.rj.gov.br/contato.htm
Escrito por Tikão às 09h06
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Cantagalo e sua dívida com a História.
Nós cantagalenses estamos tendo com o abaixo assinado pelo não derrubamento do Solar dos Ventura, promovido pelo vereador Henrique Bon, uma bela chance de demonstrar uma nova postura diante do legado material da nossa História municipal. Ao tratar a herança arquitetônica e documental dos nossos ancestrais como algo obsoleto ou mesmo depreciável, o que se nota nas gerações mais recentes é um descaso absoluto com o patrimônio histórico da cidade, encarado como obstáculo a um progresso que em nada ajuda a cidade, tendo em vista que esta modernização atabalhoada tem sido em muitos casos não a solução, mas a causa de problemas para a comunidade.
Durante os últimos anos acompanhamos de braços cruzados o desmanche da nossa paisagem urbana com a truculência que é própria dos broncos. Desrespeitando o passado de nosso povo cravaram no coração da cidade estacas de concreto que desfiguraram seus em torno, em nome de uma suposta exuberância modernista altamente jocosa motivada por uma mentalidade provinciana bem típica dos maus elementos de nossa cidade. Os prédios mais recentes de Cantagalo não só destoam das edificações que os circundam, mas traz em si a marca da ignorância dos que não vêem a besteira que fizeram: destruindo o passado os mesmos anularam qualquer possibilidade de futuro culturalmente coerente para todos nós.
Somado a isso há ainda a indecência cometida por Juiz do Fórum, não o atual, que, aliás, é sensível ao caso do Solar dos Ventura, provando ser um homem de bem, mas um anterior que não me recordo nome que jogou no LIXO uma infinidade de documentos desta instituição. O volume de documentos descartados por esse senhor fora tão grande que lotara uma Kombi na ocasião! E mais uma vez nós não fizemos absolutamente nada a respeito. Com certeza muita coisa, não só da história de Cantagalo, mas da região - para os mais desavisados Cantagalo era composto pela maioria dos municípios que o circundam, chegando suas fronteiras a serem demarcadas desde o município de São Fidélis até a cidade de Cachoeiras – virou papel higiênico na melhor das hipóteses, infelizmente...
Por fim, ao se destruir patrimônio histórico de uma cidade está se roubando sua identidade, demolindo sua cultura! Nada nos faz mais singulares que o conhecimento de nossas raízes, e para tanto as mesmas tem que estar acessíveis a cada um dos que as buscam, é um direito que nunca deveria ser negado a qualquer homem. O passado de um povo pertence ao próprio povo, não há “modernidade” que possa rouba-lo do mesmo. Que o presente - acumulo de passados - possa respeitar os que o forjaram como tal, não assoberbando-se, ou envergonhando-se em relação ao que o antecedeu. Cantagalenses, eu os conclamo, lutemos pela preservação de nossa história, é dela, e só a partir dela que poderemos buscar as alternativas certas, que em outros termos significam ser aquelas condizentes com a nossa identidade oriunda do passado. Salvemos o Solar dos Ventura
Escrito por Tikão às 00h35
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Vamos salvar o Solar dos Ventura!
Pessoal (alguém ainda lê isso?),
Peço-lhes encarecidamente para que assinem o abaixo assinado contra a demolição dos Solar dos Ventura, o prédio anexo ao Forum de Cantagalo. As assinaturas estão sendo recolhidas pelo Vereador Henrique Bon e seus acessores, bem como algumas pessoas, dentre as quais eu estarei em breve, assim que me for passada uma das laudas do documento. Por isso caneta e RG na mão meu povo, vamos salvar o nosso passado e nossa cultura!
Escrito por Tikão às 23h09
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Tu és o Glorioso!
Deixem eu comemorar essa liderança temporária pelo menos, poxa!
Escrito por Tikão às 14h06
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Um recado ao mundo...
"Ou a Humanidade é sujeito do futuro e da responsabilidade pela vida em geral ou não haverá futuro para ninguém. Se não formos solidários com os países pobres por ética e humanidade, sejamo-lo por um egoísmo esclarecido".
Anselmo Borges.
Fonte: Diário de Notícias do dia 11/02/2007.
Escrito por Tikão às 17h21
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Mais uma vez o Thiago disse tudo que eu queria dizer...
Eu diria que Marx nunca foi tão atual quanto hoje. A análise materialista da história, a fundamentação teórica principal no pensamento do filósofo alemão mais santificado e demonificado de todos os tempos, de forma alguma poderia deixar de ser a explicação para qualquer tipo de sociedade. A não ser que mudemos totalmente o foco e a forma de pensar o mundo, encarando-o idealisticamente (a para tal necessitamos da metafísica como padrão de resposta), o materialismo proposto por Marx e Engels se aplica perfeitamente bem ainda hoje. Onde por ventura encontrou dificuldades, não foi porque as bases estavam flácidas, mas porque a complexidade social que tentava explicar era por demais intrincada, e necessitava de pequenas reformulações e ou correções históricas. Porém, nada do que foi feito pelos marxistas contradisse as bases filosóficas da teoria marxista (embora muitos tenham se desviado da lucidez original do próprio Marx). Muitos daqueles que criticam o marxismo exemplificam com a falha do projeto socialista soviético. Estes críticos ignoram o fato de que quaisquer socialismos visto no século XX jamais tenha sido sequer sombra do marxismo. Saramago já disse uma vez: “as palavras são umas desgraçadas”. Nós as usamos para o que bem entendemos, e esquecemos que elas possuem os significados que “queremos” que elas tenham. Assim o foi para a legitimação do socialismo real. Assim o foi na propaganda anticomunista, pois criticar o marxismo é impedir a contestação da sociedade e sua transformação. O marxismo foi a bandeira do status quo, como santo ou como demônio. Outros críticos, ignorantes da real filosofia do autor, opõe que o marxismo não preza a liberdade, uma vez que na sociedade marxista haveria uma ditadura do proletariado. Ora, o conceito da palavra original do equivalente a ditadura para Marx seria “aquilo que dita”, logo seria uma sociedade onde o proletariado ditaria as regras da sociedade. E não criar uma forma de governo totalitarista. Uma vez Sartre falou que um argumento antimarxista é apenas o rejuvenescimento aparente de uma idéia pré-marxista. Isso mostra claramente a divisão da filosofia política antes e depois de Marx, e como toda tentativa de o demonstrar errado é um círculo vicioso e tautológico que foge ao embate teórico e ideológico das teorias marxistas, e que já haviam sido criticadas e refutadas pelo próprio Marx.
Por Thiago de Paula
Escrito por Tikão às 21h40
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Internetês: onde fomos parar...
Dá licença que eu vou chorar
de desgosto pela humanidade alí no canto ... 
Escrito por Tikão às 14h58
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Time (and music) is money!
Fonte:http://360grauss.blogspot.com/
Obs:Reparem em quem fica com as "menores fatias do bolo".
Escrito por Tikão às 11h48
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"Causos" da vida rodoviária...
O bêbado e o motorista.
22 de maio de 2007;Ponto em Visconde de Imbé; 12h 45min; O ônibus arranca e um bêbado assustado pula da poltrona: - Ôua! Peraí mermão que eu vou descer!
Motorista (irritado!): Ué, rapa?! Como é que eu vou saber se você num fala? Cê pensa que eu sou adivinho? Se eu fosse eu tava é rico!
Bêbado (com o dedo em riste, pelo menos é o que ele queria, e igualmente bravo!): Você só fica rico se não bebê meu irmão... (???)
p.s1: conte também o seu causo relacionado às viagens de ônibus!
p.s2: só por curiosidade alguém sabe o porquê do apagão telefônico de hoje?
Escrito por Tikão às 19h31
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